FHC declara voto em Lula: “Pela democracia e inclusão social”

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) anunciou, nesta quarta-feira (5), em postagem no Twitter, que votará em Lula no segundo turno das eleições presidenciais, que ocorre no próximo 30 de outubro.

“Neste segundo turno voto por uma história de luta pela democracia e inclusão social. Voto em Luiz Inácio Lula da Silva”, escreveu FHC, que postou também duas fotos ao lado de Lula, uma mais recente e outra nos anos 1980.

Pouco depois, Lula agradeceu Fernendo Henrique, também por meio do Twitter: “Obrigado pelo seu voto e confiança. O Brasil precisa de diálogo e de paz”, escreveu.

Em 22 de setembro, Fernando Henrique já havia manifestado apoio ao projeto representado por Lula. Na ocasião, escreveu:

“Peço aos eleitores que votem no dia 2 de outubro em quem tem compromisso com o combate à pobreza e à desigualdade, defende direitos iguais para todos independentemente da raça, gênero e orientação sexual, se orgulha da diversidade cultural da nação brasileira, valoriza a educação e a ciência e está empenhado na preservação de nosso patrimônio ambiental, no fortalecimento das instituições que asseguram nossas liberdades e no restabelecimento do papel histórico do Brasil no cenário internacional”.

Frente pró-democracia se amplia

Lula foi o grande vencedor do primeiro turno das eleições, merecendo 57,2 milhões de votos, o que representa 48,4% dos votos válidos. Desde então, manifestou o interesse de ampliar a frente pró-democracia que se articula em torno da chapa encabeçada por ele e que tem como vice o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB).

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Na terça-feira (4), o PDT, que lançou a candidatura de Ciro Gomes no primeiro turno, oficializou o apoio a Lula e Alckmin. “Tomamos uma decisão unânime. Apoiaremos o mais próximo da gente, que é a candidatura do Lula. Eu chamo de 12 + 1”, disse o presidente pedetista, Carlos Lupi, fazendo referência aos números do PT e do PDT, 13 e 12.

Um dia antes, na segunda-feira (3), Lula recebeu a declaração de apoio do presidente do Cidadania, Roberto Freire, embora sem a oficialização partidária. No primeiro turno, o Cidadania compôs aliança partidária com MDB e PSDB, com a candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS).

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