Deputadas do PT defendem proteção econômica para familiares da rede de profissionais de saúde

13 Maio: Deputadas do PT defendem proteção econômica para familiares da rede de profissionais de saúde

As deputadas federais Gleisi Hoffmann e Natália Bonavides defendem a aprovação do projeto “Auxílio Saúde”, que cria um auxílio mensal aos dependentes dos profissionais de saúde (e auxiliares gerais que trabalham em unidades de saúde) mortos por Covid-19.

Ajude a pressionar!

Elas são coautoras do PL 2007/2020, apresentado pela deputada Fernanda Melchionna (PSOL/RS), que visa criar o benefício para os familiares não apenas de médicas e enfermeiras, mas também de toda a rede de profissionais envolvidas na manutenção do sistema de saúde como lavadeiras, cozinheiras, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas, vigilantes, farmacêuticas e faxineiras.

No Brasil, já são 76 profissionais de enfermagem mortos pelo Coronavírus e 10 mil casos de afastamento. Todos os dias milhares de profissionais da saúde, e também aqueles que exercem atividades auxiliares essenciais no enfrentamento à pandemia, como o pessoal da cozinha e limpeza hospitalar, se colocam na linha de frente do combate ao coronavírus para proteger a nós e aos nossos familiares.

Essas profissionais representam a linha de frente no combate do COVID-19 e estão extremamente sujeitas à contaminação e a se transformar em vetores de contaminação da comunidade, em função do relevante serviço que prestam em um momento como o que atravessamos agora.

Você pode lutar pela aprovação desse projeto por meio da plataforma Auxílio Para a Saúde.

Quem recebe?

Dependentes de profissionais de saúde (veja aqui as categorias) e auxiliares de serviços gerais de unidades de saúde mortos por Covid-19 no combate à pandemia.

Quanto recebe?

R$ 1045 – o equivalente a um salário mínimo – para cada dependente até completar 21 anos.

Quanto custa?

O valor do projeto é estimado a partir de R$ 305 milhões, considerando um tempo médio de 13 anos para o auxílio. Esse valor pode variar de acordo com a taxa de letalidade.

Via Elas por Elas/ Secretaria de Mulheres do PT